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11/02/2020

AS MENSAGENS DE NOSSA SENHORA DE LOURDES



Conheça as mensagens de Nossa Senhora de Lourdes, que continuam a ecoar pelos tempos e têm muito a nos dizer.



Nas suas aparições em Lourdes, na França, Nossa Senhora quis confirmar de forma prodigiosa a proclamação do dogma da Imaculada Conceição e também deixar a nós ensinamentos e mensagens preciosíssimos. Em 1858, ainda não havia passado quatro anos da proclamação do Dogma quando a Virgem Maria se revelou – com semblante juvenil e inocente, vestida de branco e cingida com uma faixa azul – a uma inocente e simples menina, na gruta de Massabielle. Santa Bernadette Soubirous, a única vidente, presenciou várias de suas aparições e insistentemente perguntava o seu nome, até que, levantando os olhos ao céu e com um suave sorriso, a Virgem de Lourdes responde: “Eu sou a Imaculada Conceição”[1].


Imagem de Nossa Senhora de Lourdes




Fiéis de todas as partes do mundo até hoje fazem peregrinações à gruta de Massabielle, e lá reavivam a sua fé, intensificam a sua piedade e procuram conformar sua vida com os preceitos cristãos. Em Lourdes, milhares de fiéis alcançaram, e continuam alcançando, milagres que suscitaram a admiração de todos e confirmaram a religião católica como a única aprovada por Deus. Além disso, em suas aparições em Lourdes, Nossa Senhora deixou-nos lições espirituais, caminhos a seguir e um convite especial a todos nós, seus filhos.

As lições espirituais das Aparições de Lourdes

Os ensinamentos que nos foram transmitidos em Lourdes, que são eco fiel da mensagem do Evangelho, evidenciam de maneira impressionante o contraste que opõe os juízos de Deus à vã sabedoria deste mundo. Numa sociedade na qual não há muita consciência dos males que a prejudicam e que, ao contrário, consideram as suas misérias e as suas injustiças como sinais de modernidade e prosperidade, a Virgem Santíssima manifesta-se à uma menina pura, inocente. “Com compaixão maternal percorre com o olhar este mundo redimido pelo sangue de seu Filho, onde, infelizmente, o pecado faz cada dia tantas devastações, e por três vezes lança o seu apelo premente: ‘Penitência, penitência, penitência!’”[2].

Nossa Senhora pediu a Santa Bernadette gestos estranhos e, ao mesmo tempo, expressivos, que nos ajudam a compreender quem são os destinatários das aparições: “‘Ide beijar a terra em penitência pelos pecadores”. E ao gesto há que juntar a súplica: ‘Rogareis a Deus pelos pecadores’”[3]. Tal como no tempo de São João Batista e no início da vida pública de Jesus, a mesma ordem, forte e rigorosa, dita aos homens aponta para o caminho do retorno a Deus: “Arrependei-vos” (Mt 3, 2; 4, 17). Quem de nós ousaria dizer que esse apelo à conversão do coração perdeu, nos nossos dias, a sua atualidade? Ao contrário, mais do que em outros tempos, hoje necessitamos nos voltar para Deus.

Em Lourdes, a Virgem Mãe de Deus vem a nós como mensageira do perdão e da esperança. A água que jorra até hoje no local das aparições nos recorda essa realidade: “Ó vós todos que tendes sede, vinde às águas e recebereis do Senhor a salvação”[4]. Nessa fonte, na qual Santa Bernardete foi a primeira a beber e lavar-se, milhares e milhares de pessoas foram curadas de todas as misérias da alma e do corpo. “Lá fui, lavei-me e vi” (Jo 9, 11), poderá responder, como o cego do Evangelho, o peregrino agradecido. Mas, tal como para as multidões que se comprimiam em volta de Jesus, a cura das chagas físicas ali realizadas são um gesto de misericórdia e, ao mesmo tempo, o sinal do poder que tem o Filho do Homem de perdoar os pecados (cf. Mc 2, 10). Junto à gruta de Lourdes, a Santíssima Virgem nos convida, em nome de seu divino Filho, à conversão do coração e à esperança do perdão.


Gruta de Massabielle



As aparições de Lourdes e o caminho indicado por Nossa Senhora

O mundo de hoje nos oferece alegria, esperança, prosperidade, mas também nos coloca diante da terrível tentação do materialismo. Este não está somente na filosofia condenada que preside a política e a economia de grande parte da humanidade. Esse materialismo se manifesta no amor do dinheiro, cujos males aumentam à medida dos modernos empreendimentos, que infelizmente comandam tantas determinações que pesam sobre a vida dos indivíduos e a sociedade.

O materialismo traduz-se no culto do corpo, na busca excessiva do conforto e na fuga de toda austeridade de vida. Além disso, ele induz ao desprezo da vida humana, que é destruída antes de ver a luz, através do aborto e de tantos outros métodos contraceptivos abortivos, como os anticoncepcionais, a pílula do dia seguinte, o DIU. Tudo isso é consequência da demanda desenfreada do prazer, que se ostenta sem pudor à luz do dia e tenta seduzir até mesmo as almas ainda puras. O materialismo está igualmente na indiferença para com nosso irmão, no egoísmo que o esmaga, na injustiça que o priva dos seus direitos, nessa concepção de vida que tudo regula em vista somente da prosperidade material e das satisfações terrenas. “Minha alma, dizia um rico, tens quantidade de bens em reserva por longo tempo; repousa, come, bebe, leva vida regalada. Mas Deus lhe diz: Insensato, esta noite mesmo vão te pedir a tua alma”[5] (cf. Lc 12, 19-20).

Em Lourdes, a Virgem Maria alerta nossa sociedade que, não raras vezes, contesta os direitos supremos de Deus e que, dessa forma, corre freneticamente rumo à própria destruição. Pois, não há renovação durável que não seja fundada nos princípios indestrutíveis da fé, e pertence aos sacerdotes formar a consciência do novo povo de Deus. “Assim como, compassiva para com as nossas misérias, mas clarividente sobre as nossas verdadeiras necessidades, a Imaculada vem aos homens para lhes lembrar as diligências essenciais e austeras da conversão religiosa, devem os ministros de Deus, com sobrenatural segurança, traçar às almas a estrada estreita que conduz à vida (cf. Mt 7, 14)”[6]. Os sacerdotes deverão fazê-lo sem esquecer de que espírito de doçura e de paciência necessitam (cf. Lc 9, 55), mas sem nada retirar das exigências evangélicas. “Na escola de Maria aprenderão a só viver para dar Cristo ao mundo, mas, se também preciso, aprenderão a esperar com fé a hora de Jesus e a permanecer ao pé da cruz”[7].

Em torno dos nossos sacerdotes, devemos colaborar nesse esforço de renovação. Onde a Providência nos colocou, quem é que não pode fazer algo mais pela causa de Deus? A esse respeito, diz o venerável Papa Pio XII:


O nosso pensamento volve-se primeiro para a multidão das almas consagradas, que, na Igreja, se dedicam a inúmeras obras de bem. Os seus votos de religião aplicam-nas mais do que outras a lutar vitoriosamente, sob a égide de Maria, contra o desencadear, no mundo, dos apetites imoderados de independência, de riqueza e de gozo; por isso, ante o apelo da Imaculada, ao assalto do mal quererão elas opor-se pelas armas da oração e da penitência e pelas vitórias da caridade. O nosso pensamento volve-se igualmente para as famílias cristãs, para conjurá-las a permanecerem fiéis à sua insubstituível missão na sociedade. Consagrem-se elas, neste ano jubilar, ao coração imaculado de Maria! Este ato de piedade será para os esposos um auxílio espiritual precioso na prática dos deveres da castidade e da fidelidade conjugais; conservará na sua pureza o ambiente do lar, onde crescem os filhos; bem mais, da família vivificada pela sua devoção mariana, fará uma célula viva da regeneração social e da penetração apostólica. E certamente, para além do círculo familiar, as relações profissionais e cívicas oferecem aos cristãos cuidadosos de trabalhar na renovação da sociedade um campo de ação considerável. Congregados aos pés da Virgem, dóceis às suas exortações, eles lançarão primeiro sobre si mesmos um olhar exigente, e quererão extirpar da sua consciência os juízos falsos e as reações egoístas, temendo a mentira de um amor de Deus que não se traduza em amor efetivo de seus irmãos (cf.1 Jo 4, 20). Cristãos de todas as classes e de todas as nações, procurarão encontrar-se na verdade e na caridade, banir as incompreensões e as suspeitas. Sem dúvida, enorme é o peso das estruturas sociais e das pressões econômicas que se faz sentir sobre a boa vontade dos homens e que não raro a paralisa. Mas, se, como nossos predecessores e nós mesmo com insistência o frisamos, é verdade que a questão da paz social e política é, no homem, primeiramente uma questão moral, reforma nenhuma é frutuosa, acordo algum é estável, sem uma mudança e uma purificação dos corações. Lembra-o a todos a Virgem de Lourdes neste ano jubilar!


As aparições de Lourdes e o convite a nos voltar para a Virgem Maria

Ao aparecer à pobre e humilde Bernadette, Maria Santíssima demonstra a sua predileção sobre alguns de seus filhos: os pequenos, os pobres, os doentes, que Jesus tanto amou. “Vinde a mim vós todos que estais cansados e onerados, e eu vos aliviarei” (Mt 11, 28), parece dizer a Mãe de Deus com seu Filho.

“Querereis ter a bondade de vir…”, disse a Virgem de Lourdes a Bernadette. Esse convite discreto, que não força, que se dirige ao coração e solicita com delicadeza uma resposta livre e generosa, propõe novamente a Mãe de Deus a nós, seus filhos dispersos por todo o mundo. Sem se impor, ela nos chama a restaurar as nossas vidas e a trabalhar com todas as nossas forças na salvação do mundo. Não fiquemos indiferentes a esse apelo, mas vamos a Maria, conforme o conselho de São Bernardo:


Nos perigos, nas angústias, nas incertezas pensa em Maria, invoca Maria. Que ela nunca abandone os teus lábios, nem o teu coração; e para obteres a ajuda de sua oração, nunca esqueças o exemplo de sua vida. Se a segues, não te podes desviar; se lhe rezas, não te podes desesperar; se pensas nela não podes errar. Se ela te ampara, não cais; se ela te protege, nada temes; se ela te guia, não te cansas; se ela te é propícia, alcançarás a meta[8].

Links relacionados:

PADRE PAULO RICARDO. Nobel francês respalda milagres de Lourdes.

TODO DE MARIA. A mensagem de Lourdes para a Quaresma.

TODO DE MARIA. A mensagem de Nossa Senhora de Lourdes.

Referências:


[1] PAPA PIO XII. Carta Encíclica Fulgens Corona, 3.


[2] PAPA PIO XII. Carta Encíclica Le Pèlerinage De Lourdes, 12.


[3] Idem, ibidem.


[4] Idem, ibidem. Ofício da festa das Aparições. 1° Responso do III Noct.


[5] Idem, 17.


[6] Idem, 18.


[7] Idem, ibidem.


[8] ORA ET LABORA. Olha para estrela e invoca Maria.

Fonte via: https://blog.cancaonova.com/tododemaria/as-mensagens-de-nossa-senhora-em-lourdes/

ORAÇÃO E PENITÊNCIA: DOIS PRINCIPAIS PEDIDOS DE NOSSA SENHORA DE LOURDES


A Mensagem de Nossa Senhora em Lourdes giram em torno de dois pontos principais: a oração e a penitência.

A Oração como sinal de inclinação para Deus, de abertura à vontade de Deus. Desde os primeiros momentos da primeira aparição de Nossa Senhora a Santa Bernadete, a oração marcou o relacionamento entre elas. Quando a pequena vidente percebeu a presença da Mãe de Deus, por não saber quem era, seu primeiro movimento foi meter a mão nos bolsos e apanhar o terço para rezar. E somente conseguiu fazer o sinal da cruz quando a misteriosa Senhora o fez.

A partir de então, em cada aparição, tanto a menina quanto Nossa Senhora e a multidão cada vez maior que lá comparecia rezavam o terço com grande fervor. A menina levantava seus braços com seu terço na mão, como que oferecendo a Nossa Senhora e toda a multidão repetia o gesto, em unidade com a criança, também oferecendo suas orações para a Virgem levar até seu Divino Filho.

A Penitência foi um pedido específico de Nossa Senhora. Ela pedia que se fizesse penitência por si e pelos pecadores. À pequena vidente, primeiro, ela pediu que comesse algumas ervas amargas e beijasse o solo, como penitência pela conversão dos pecadores. Depois disse à menina: vai beber da fonte e lavar-te nela, indicando um local dentro da gruta, onde Bernadete cavou e começou a brotar água misturada com lama, também em penitência por si e pela conversão dos pecadores.

Na oitava aparição, a Senhora pedia que se fizesse penitência e se orasse a Deus pela conversão dos pecadores e ordenou a Bernadete que beijasse a terra em penitência pelos pecadores.

Mas o impressionante, que tocou o coração do Pe. Peyramale, Vigário da Paróquia de Lourdes, foi o fato da aparição ter-se identificado com a Imaculada Conceição. É que havia alguns anos sido proclamado o dogma da Imaculada Conceição da Virgem Maria e isso não havia sido divulgado convenientemente no seio da Igreja. As aparições, a auto-identificação como a Imaculada Conceição e os milagres que se seguiram vieram como sinal para confirmar a veracidade do dogma de fé proclamado pela Igreja, calando, de vez, algumas poucas vozes que se levantaram contra a atitude da Igreja.

Merece registro a promessa que Nossa Senhora fez a Santa Bernadete: Não te prometo fazer feliz neste mundo, mas no outro. É a promessa que faz a cada um de seus filhos, lembrando que este mundo passa e que o outro mundo é onde, verdadeiramente, vale a pena ser feliz. E o pedido que fez aos sacerdotes: vai dizer aos sacerdotes que venham para cá em procissão e construam aqui uma capela. Este pedido é mais e mais atendido, não só pelos sacerdotes, mas pelos milhões de peregrinos que anualmente visitam o Santuário de Nossa Senhora de Lourdes e, com suas doações, ajudam a manter todo o serviço de acolhimento que é uma imagem do caloroso abraço da Mãe a cada filho seu que lhe vai fazer uma visita em Lourdes.

Não se pode, também, deixar de mencionar o extraordinário amor demonstrado por Deus a nós, seus filhos, que a Ele recorremos por intercessão de Nossa Senhora de Lourdes que se manifesta concretamente pelas curas, físicas e espirituais, em profusão, que acontecem em Lourdes. São milagres de toda sorte: de conversão, de mudança de vida, de reencontro com os sacramentos, de reconciliação de casais. Isso sem contar com a cura de doenças do corpo e da alma. Catalogados como comprovadas, em que houve acompanhamento médico anterior e, com ausência de causas naturais, houve cura instantânea, inexplicável e permanente, com exame pela Comissão Médica Internacional, já há registro de mais de cinco mil curas e delas apenas 64 são considerados pela Igreja como milagres. Por isso no dia 11 de fevereiro é também comemorado o Dia do Doente.


03/05/2019

NOSSA SENHORA DE LOURDES



Foi no ano de 1858 que a Virgem Santíssima apareceu, nas cercanias de Lourdes, França, na gruta Massabielle, a uma jovem chamada Santa Marie-Bernard Soubirous ou Santa Bernadete. Essa santa deixou por escrito um testemunho que entrou para o ofício das leituras do dia de hoje.

“Certo dia, fui com duas meninas às margens do Rio Gave buscar lenha. Ouvi um barulho, voltei-me para o prado, mas não vi movimento nas árvores. Levantei a cabeça e olhei para a gruta. Vi, então, uma senhora vestida de branco; tinha um vestido alvo com uma faixa azul celeste na cintura e uma rosa de ouro em cada pé, da cor do rosário que trazia com ela. Somente na terceira vez, a Senhora me falou e perguntou-me se eu queria voltar ali durante quinze dias. Durante quinze dias lá voltei e a Senhora apareceu-me todos os dias, com exceção de uma segunda e uma sexta-feira. Repetiu-me, vária vezes, que dissesse aos sacerdotes para construir, ali, uma capela. Ela mandava que fosse à fonte para lavar-me e que rezasse pela conversão dos pecadores. Muitas e muitas vezes perguntei-lhe quem era, mas ela apenas sorria com bondade. Finalmente, com braços e olhos erguidos para o céu, disse-me que era a Imaculada Conceição”.

Maria, a intercessora, modelo da Igreja, imaculada, concebida sem pecado, e, em virtude dos méritos de Cristo Jesus, Nossa Senhora, nessa aparição, pediu o essencial para a nossa felicidade: a conversão para os pecadores. Ela pediu que rezássemos pela conversão deles com oração, conversão, penitência.

Isso aconteceu após 4 anos da proclamação do Dogma da Imaculada Conceição. Deus quis e Sua Providência Santíssima também demonstrou, dessa forma, a infalibilidade da Igreja. Que chancela do céu essa aparição da Virgem Maria em Lourdes. E os sinais, os milagres que aconteceram e continuam a acontecer naquele local.

Lá, onde as multidões afluem, o clero e vários Papas lá estiveram. Agora, temos a graça de ter o Papa Francisco para nos alertar sobre este chamado.

Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!


FONTE: https://santo.cancaonova.com/santo/nossa-senhora-de-lourdes/

NOSSA SENHORA MÃE RAINHA TRÊS VEZES ADMIRÁVEL DE SCHOENSTATT



O Movimento Apostólico de Schoenstatt faz parte da Obra Internacional de Schoenstatt, fundada pelo Pe. José Kentenich em 18 de outubro de 1914, em Schoenstatt, na Alemanha.



O ato da Fundação é a Aliança de Amor, selada pelo Pe. José Kentenich juntamente com um grupo de seminaristas Palotinos convidando a Mãe de Deus a estabelecer-se numa Capelinha e fazer dela um Santuário de graças, de onde partisse um movimento de renovação religioso e moral para o mundo.

As circunstâncias comprovam que Nossa Senhora aceita esse convite e leva a sério a consagração realizada. Em poucos anos a Mãe de Deus atrai muitas pessoas a este lugar de graças realizando prodígios de transformações nas almas.

A Obra é duramente provada no decorrer das duas guerras mundiais e também por meio das autoridades eclesiásticas. Tais dificuldades aprofundam ainda mais a espiritualidade própria de Schoenstatt e amadurecem o amor e a fidelidade à Igreja de todos os que se empenham por essa Obra.

A essência desta espiritualidade é a Aliança de Amor que os membros selam com a Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, no Santuário. Essa Aliança é um meio eficaz para a vivência mais consciente da Nova e Eterna Aliança, na qual somos inseridos pelo Batismo. Por meio dela, podemos crescer numa profunda fé na Divina Providência e aproveitar as pequenas coisas do dia-a-dia como caminho de santidade.

Uma Obra de tão grandes dimensões tem seu ponto de unidade na Aliança de Amor com a Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt, na vinculação ao seu Santuário de graças e na fidelidade aos ensinamentos do Fundador, Pe. José Kentenich.


FONTE: http://www.maeperegrina.org.br/movimento-de-schoenstatt/

NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA




Os primeiros fatos sobre a aparição da Imagem foi pelos padres José Alves Vilela, no ano de 1743, e João de Morais e Aguiar, no ano de 1757. Isto está registrado nos livros da paróquia de Santo Antonio de Guaratinguetá, em São Paulo. Esta paróquia pertencia a outra região, região esta, onde a imagem foi encontrada. A imagem apareceu no ano de 1717, mais precisamente em outubro. Está confuso?

Acompanhe os fatos sobre a história de Nossa Senhora Aparecida:

Dom Pedro de Almeida, até então governante da capitania da cidade de São Paulo e de Minas de Ouro, ele era um homem que detinha ainda o famoso título de Conde de Assumar. Ele estava de passagem por Guaratinguetá, em São Paulo, quando passava por Vila Rica, em Minas Gerais.

A população local da cidade organizou uma grandiosa festa para receber o famoso conde de Assumar. Para o preparo da comida, os pescadores foram para o rio Paraíba em busca de peixes para o Conde e sua comitiva, mesmo estando fora do tempo de pescas. Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves, eram três simples pescadores e com o peso da responsabilidade nas costas, fizeram uma oração pedindo a ajuda da Mãe de Deus, orando para que voltassem fartos de peixes para a festança.

Após várias tentativas de fisgar algum peixe, todas sem sucesso, eles já estavam desistindo da pescaria. Quando João Alves arremessou novamente a rede, não fisgou nenhum peixe, porém a rede trouxe consigo uma parte do corpo de Nossa Senhora Aparecida, mas faltando a parte da cabeça. Emocionado, alançou novamente a rede ao mar, e desta vez, a rede trazia a cabeça da imagem, a qual se encaixou perfeitamente ao corpo. Este fato gerou grande repercução entre o povoado e logo ficou conhecido como um milagre para a história de Nossa Senhora Aparecida. Após achar a imagem, suas redes enchiam-se de peixes o que os deixou preocupados, com o perigo do barco virar e perder todos os peixes apanhados.

Logo a população entendeu o fato como uma intervenção divina. Assim acontece o primeiro milagre da História de Nossa Senhora Aparecida.

História de Nossa Senhora Aparecida, o Apego e a Devoção


A imagem de Nossa Senhora Aparecida ficou na casa do pescador Pedroso por quase 15 anos. Lá, os visinhos e conhecidos se juntavam para realizar rezas a Nossa Senhora. Graças e Graças aconteciam pelo local, e a notícia espalhava-se por todo o Brasil fortanecendo e criando a história de Nossa Senhora Aparecida.

Pela noite, por várias noites, as pessoas percebiam que as luzes enfraqueciam e apagavam enquanto eles rezavam. Logo, todo o povo da região aparecia para rezar aos pés da santa. Eles ainda construiram um pequeno oratório na cidade de Itaguaçú, que em pouco tempo ficou pequeno pela quantia de fieis que por lá apareciam.


História de Nossa Senhora Aparecida, a construção da primeira capela

Uma parte interessante da história de Nossa Senhora Aparecida acontece quando o vigário de Guaratinguetá resolve constuir uma capela para abrigar a santa no morro dos Coqueiros. O fim das obras deu-se em julho do ano de 1745. O filho de Pedroso ajudou do início ao fim na construção da capela. No dia 20 de abril do ano de 1822, o grande imperador Dom Pedro I, juntamente com sua comitiva, fazem uma visita até a capela para celebrar e homenagear a imagem de Nossa Senhora Aparecida, inserindo mais uma importante peça a história de Nossa Senhora Aparecida.

A quantia de romeiros e fiéis que compareciam a capela aumentava gradativamente. Por isso, no ano de 1834, iniciou-se as obras para a construção da Basílica Velha, como era conhecida. O projeto era bem maior que a atual capela e foi oficialmente consagrada no dia 8 de dezembro, em 1988.

História de Nossa Senhora Aparecida, Coroa e Manto da Padroeira

A história de Nossa Senhora Aparecida só crescia e a Princesa Isabel faz uma segunda visita a basílica, no dia 6 de novembro do ano de 1888. Ela ofereceu a famosa Santa, uma linda coroa feita de ouro, e enfeitada com rubis e diamantes. Foi o cumprimento de uma antiga promessa quando a princesa visitou pela primeira vez a Basílica, 20 anos antes.

História de Nossa Senhora Aparecida, os Missionários Redentoristas

Os Missionários, que são uma congregação italiana, chegaram a aparecida por meados de 1894. Originalmente eram padres, religiosos que se dedicavam a ajudar todos os romeiros que chegavam até a basílica para orar e realizar promessas a Nossa Senhora Aparecida.

História de Nossa Senhora Aparecida e a coroação

A coroa que a Princesa Isabel foi usada na coroação da santa, no dia 8 de setembro do ano de 1904. A partir deste dia, a imagem era levada a todos os lugares com um manto azul anil, detalhado com ouro, rubís e diamantes. A celebração foi comandada por Dom José Camargo Barros. Lá estavam presentes vários bispos, Rodrigues Alves, naquela época Presidente da República e uma enorme multidão de fiéis.



FONTE: http://www.nossasenhoraparecida.com.br/historia-de-nossa-senhora-aparecida/