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23/12/2024

Padre Antônio Furtado: "Esse ano me deu um abuso desse papai noel... Sociedade imunda!"

 Um vídeo em que o padre Antônio Furtado faz críticas sobre o verdadeiro significado do Natal repercutiu. O sacerdote afirma que a sociedade “trocou o personagem [Jesus] e botou um velho de barba branca e com um saco nas costas”.

A declaração do padre, divulgada no último sábado, 21, foi feita durante uma missa que presidiu.

“Esse ano me deu um abuso desse Papai Noel. Eu não estou mais suportando aquele velho. Não tem nada a ver. Nada, nada, nada. Mas essa sociedade imunda trocou o personagem, tirou de cena o aniversariante e botou um velho de barba branca e com um saco nas costas. Duvida da realidade do Natal e transformou em um símbolo de compra”, criticou o padre.

O sacerdote ainda ressaltou: “Natal não é Papai Noel. O Natal é nascimento do filho de Deus”.

Fonte: Repórter Ceará


VEJA O VÍDEO ABAIXO:






23/04/2020

NOSSA SENHORA NO CÉU COM A BENÇÃO URBI ET ORBI COM O PAPA FRANCISCO




DURANTE A BENÇÃO URBI ET ORBI CONCEDIDA AO MUNDO PELO PAPA FRANCISCO NO DIA 27/03/2020 HOUVE UMA APARIÇÃO EXTRAORDINÁRIA DE NOSSA SENHORA NO CÉU, COMO ESTÁ NO VÍDEO ABAIXO! VEJA QUE MARAVILHOSO!!!


12/02/2020

DISCERNIMENTO SOBRE AS FALSAS APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA




DISCERNIMENTO SOBRE AS FALSAS APARIÇÕES


1 - Discernir o que é falso e verdadeiro;

2- Fazer uma comparação das mensagens dos pseudos-videntes com as mensagens das aparições verdadeiras aprovadas pela Santa Igreja;

3- Em comparação com os pseudos-videntes com os videntes de outras aparições: Os videntes de Medjugorje nunca falaram mal do Santo Padre, sempre disseram que devemos rezar muito pelo papa. Os pseudos-videntes na tentativa desesperada de querer aparecer pelo fato do bispo local ou o Vaticano com o papa (Francisco) não reconhecer a sua suposta aparição chegam até a denegrir, ofender e até ficar contra o papa. Provavelmente já devem estar excomungados, pois, o código de direito canônico é claro quanto a isso;

4 - Muitos pseudos-videntes pegam mensagens de Nossa Senhora onde a aparição tenha sido aprovada pela Santa Igreja ou aquela quue está em processo de aprovação ou investigação, copiam algumas partes das mensagens e modificam algumas coisas das mensagens e mudam algumas coisas para não deixar pistas;

5 - Nossa Senhora em medjugorje disse: 15 de dezembro de 1983
"Aqueles que fazem profecias catastróficas são falsos profetas. 
Eles dizem: ‘Em tal ano, em tal dia, acontecerá uma catástrofe.”  
Eu sempre tenho dito que o castigo virá se o mundo não se converter. 
Por isso convido todos à conversão. Tudo depende da vossa conversão."

6 - Os pseudos-videntes falam mal das aparições verdadeiras na tentativa frustrada de querer aparecer mais e ganhar mais crédito aos crentes;

7 - Verificar se na Arquidiocese ou Diocese existe algum documento que comprova alguma análise ou autorização do Bispo, ou algum parecer do bispo local sobre a suposta aparição. Pois somente com uma carta oficial do Bispo ou do Vaticano como acontece em Medjugorje autorizando as peregrinações a nível diocesano ou paroquial as peregrinações. Sempre veja isto no site da Arquidiocese ou Diocese se tem este DOC ou parecer Eclesiástico, caso não é balela;

8 - Considerar que as falsas aparições causa um descrédito que prejudica as verdadeiras aparições já aprovadas pela Santa Igreja, causando prejuízo as almas dos fiéis.






PAPA FRANCISCO DIZ NÃO A ORDENAÇÃO DE HOMENS CASADOS PARA MISSÃO NA AMAZÔNIA



Querida Amazonia, a Exortação do Papa por uma Igreja com rosto amazônico

A Exortação pós-sinodal sobre a Amazônia foi publicada esta quarta-feira (12/02). O documento traça novos caminhos de evangelização e cuidados do meio ambiente e dos pobres. Francisco auspicia um novo ímpeto missionário e encoraja o papel dos leigos nas comunidades eclesiais.


Alessandro Gisotti

“A Amazônia querida apresenta-se aos olhos do mundo com todo o seu esplendor, o seu drama e o seu mistério.” Assim tem início a Exortação apostólica pós-sinodal, Querida Amazônia. O Pontífice, nos primeiros pontos, (2-4) explica “o sentido desta Exortação”, rica de referências a documentos das Conferências episcopais dos países amazônicos, mas também a poesias de autores ligados à Amazônia. Francisco destaca que deseja “expressar as ressonâncias” que o Sínodo provocou nele. E esclarece que não pretende substituir nem repetir o Documento final, que convida a ler “integralmente”, fazendo votos de que toda a Igreja se deixe “enriquecer e interpelar” por este trabalho e que a Igreja na Amazônia se empenhe “na sua aplicação”. O Papa compartilha os seus “Sonhos para a Amazônia” (5-7), cujo destino deve preocupar a todos, porque esta terra também é “nossa”. Assim, formula “quatro grandes sonhos”: que a Amazônia “que lute pelos direitos dos mais pobres”, “que preserve a riqueza cultural”, que “que guarde zelosamente a sedutora beleza natural”, que, por fim, as comunidades cristãs sejam “capazes de se devotar e encarnar na Amazônia”.

O primeiro capítulo de Querida Amazônia é centralizado no “Sonho social” (8). Destaca que “uma verdadeira abordagem ecológica” é também “abordagem social” e, mesmo apreciando o “bem viver” dos indígenas, adverte para o “conservacionismo”, que se preocupa somente com o meio ambiente. Com tons vibrantes, fala de “injustiça e crime” (9-14). Recorda que já Bento XVI havia denunciado “a devastação ambiental da Amazônia”. Os povos originários, afirma, sofrem uma “sujeição” seja por parte dos poderes locais, seja por parte dos poderes externos. Para o Papa, as operações econômicas que alimentam devastação, assassinato e corrupção merecem o nome de “injustiça e crime”. E com João Paulo II, reitera que a globalização não deve se tornar um novo colonialismo.

Os pobres sejam ouvidos sobre o futuro da Amazônia

Diante de tanta injustiça, o Pontífice fala que é preciso “indignar-se e pedir perdão” (15-19). Para Francisco, são necessárias “redes de solidariedade e de desenvolvimento” e pede o comprometimento de todos, inclusive dos líderes políticos. O Papa ressalta o tema do “sentido comunitário” (20-22), recordando que, para os povos amazônicos, as relações humanas “estão impregnadas pela natureza circundante”. Por isso, escreve, vivem como um verdadeiro “desenraizamento” quando são “forçados a emigrar para a cidade”. A última parte do primeiro capítulo é dedicado às “Instituições degradadas” (23-25) e ao “Diálogo social” (26-27). O Papa denuncia o mal da corrupção, que envenena o Estado e as suas instituições. E faz votos de que a Amazônia se torne “um local de diálogo social” antes de tudo “com os últimos. A voz dos pobres, exorta, deve ser “a voz mais forte” sobre a Amazônia.

O sonho cultural: cuidar do poliedro amazônico


O segundo capítulo é dedicado ao “sonho cultural”. Francisco esclarece que “promover a Amazônia” não significa “colonizá-la culturalmente” (28). E recorre a uma imagem que lhe é cara: “o poliedro amazônico” (29-32). É preciso combater a “colonização pós-moderna”. Para Francisco, é urgente “cuidar das raízes” (33-35). Citando Laudato si’ e Christus vivit, destaca que a “visão consumista do ser humano” tende a “a homogeneizar as culturas” e isso afeta sobretudo os jovens. A eles, o Papa pede que assumam as raízes, que recuperem “a memória danificada”.

Não a um indigenismo fechado, é preciso um encontro intercultural

A Exortação se concentra depois sobre o “encontro intercultural” (36-38). Mesmo as “culturas aparentemente mais evoluídas”, observa, podem aprender com os povos que “desenvolveram um tesouro cultural em conexão com a natureza”. A diversidade, portanto, não deve ser “uma fronteira”, mas “uma ponte”, e diz não a “um indigenismo completamente fechado”. A última parte do segundo capítulo é dedicada ao tema “culturas ameaçadas, povos em risco” (39-40). Em qualquer projeto para a Amazônia, esta é a recomendação do Papa, “é preciso assumir a perspectiva dos direitos dos povos”. Estes, acrescenta, dificilmente podem ficar ilesos se o ambiente em que nasceram e se desenvolveram “se deteriora”.

O sonho ecológico: unir cuidado com o meio ambiente e cuidado com as pessoas


O terceiro capítulo, “Um sonho ecológico”, é o mais relacionado com a Encíclica Laudato si’. Na introdução (41-42), destaca-se que na Amazônia existe uma relação estreita do ser humano com a natureza. Cuidar dos irmãos como o Senhor cuida de nós, reitera, “é a primeira ecologia que precisamos”. Cuidar do meio ambiente e cuidar dos pobres são “inseparáveis”. Francisco dirige depois a atenção ao “sonho feito de água” (43-46). Cita Pablo Neruda e outros poetas locais sobre a força e a beleza do Rio Amazonas. Com suas poesias, escreve, “ajudam a libertar-nos do paradigma tecnocrático e consumista que sufoca a natureza”.

Ouvir o grito da Amazônia, o desenvolvimento seja sustentável

Para o Papa, é urgente ouvir o “grito da Amazônia” (47-52). Recorda que o equilíbrio planetário depende da sua saúde. Escreve que existem fortes interesses não somente locais, mas também internacionais. A solução, portanto, não é “a internacionalização” da Amazônia; ao invés, deve crescer “a responsabilidade dos governos nacionais”. O desenvolvimento sustentável, prossegue, requer que os habitantes sejam sempre informados sobre os projetos que dizem respeito a eles e auspicia a criação de “um sistema normativo” com “limites invioláveis”. Assim, Francisco convida à “profecia da contemplação” (53-57). Ouvindo os povos originários, destaca, podemos amar a Amazônia “e não apenas usá-la”; podemos encontrar nela “um lugar teológico, um espaço onde o próprio Deus Se manifesta e chama os seus filhos”. A última parte do terceiro capítulo é centralizada na “educação e hábitos ecológicos” (58-60). O Papa ressalta que a ecologia não é uma questão técnica, mas compreende sempre “um aspecto educativo”.

O sonho eclesial: desenvolver uma Igreja com rosto amazônico


O último capítulo, o mais denso, é dedicado “mais diretamente” aos pastores e aos fiéis católicos e se concentra no “sonho eclesial”. O Papa convida a “desenvolver uma Igreja com rosto amazônico” através de um “grande anúncio missionário” (61), um “anúncio indispensável na Amazônia” (62-65). Para o Santo Padre, não é suficiente levar uma “mensagem social”. Esses povos têm “direito ao anúncio do Evangelho”; do contrário, “cada estrutura eclesial transformar-se-á em mais uma ONG”. Uma parte consistente é dedicada ainda à inculturação. Retomando a Gaudium et spes, fala de “inculturação (66-69) como um processo que leva “à plenitude à luz do Evangelho” aquilo que de bom existe nas culturas amazônicas.

Uma renovada inculturação do Evangelho na Amazônia

O Papa dirige o seu olhar mais profundamente, indicando os “Caminhos de inculturação na Amazônia”. (70-74). Os valores presentes nas comunidades originárias, escreve, devem ser valorizados na evangelização. E nos dois parágrafos sucessivos se detém sobre a “inculturação social e espiritual” (75-76). O Pontífice evidencia que, diante da condição de pobreza de muitos habitantes da Amazônia, a inculturação deve ter um “timbre marcadamente social”. Ao mesmo tempo, porém, a dimensão social deve ser integrada com aquela “espiritual”.

Os Sacramentos devem ser acessíveis a todos, especialmente aos pobres


Na sequência, a Exortação indica “pontos de partida para uma santidade amazônica” (77-80), que não devem copiar “modelos doutros lugares”. Destaca que “é possível receber, de alguma forma, um símbolo indígena sem o qualificar necessariamente como idolátrico”. Pode-se valorizar, acrescenta, um mito “denso de sentido espiritual” sem necessariamente considerá-lo “um extravio pagão”. O mesmo vale para algumas festas religiosas que, não obstante necessitem de um “processo de purificação”, “contêm um significado sagrado”.

Outra passagem significativa de Querida Amazônia é sobre a inculturação da liturgia (81-84). O Pontífice constata que já o Concílio Vaticano II havia solicitado um esforço de “inculturação da liturgia nos povos indígenas”. Além disso, recorda numa nota do texto que, no Sínodo, “surgiu a proposta de se elaborar um «rito amazônico»”. Os Sacramentos, exorta, “devem ser acessíveis, sobretudo aos pobres”. A Igreja, afirma evocando a Amoris laetitia, não pode se transformar numa “alfândega”.

Bispos latino-americanos devem enviar missionários à Amazônia


Relacionado a este tema, está a “inculturação do ministério” (85-90) sobre a qual a Igreja deve dar uma resposta “corajosa”. Para o Papa, deve ser garantida “maior frequência da celebração da Eucaristia”. A propósito, reitera, é importante “determinar o que é mais específico do sacerdote”. A resposta, lê-se, está no sacramento da Ordem sacra, que habilita somente o sacerdote a presidir a Eucaristia. Portanto, como “assegurar este ministério sacerdotal” nas zonas mais remotas? Francisco exorta todos os bispos, especialmente os latino-americanos, “a ser mais generosos”, orientando os que “demonstram vocação missionária” a escolher a Amazônia e os convida a rever a formação dos presbíteros.

Favorecer um protagonismo dos leigos nas comunidades

Depois dos Sacramentos, Querida Amazonía fala das “comunidades cheias de vida” (91-98), nas quais os leigos devem assumir “responsabilidades importantes”. Para o Papa, com efeito, não se trata “apenas de facilitar uma presença maior de ministros ordenados”. Um objetivo “limitado” se não suscitar “uma nova vida nas comunidades”. São necessários, portanto, novos “serviços laicais”. Somente através de “um incisivo protagonismo dos leigos”, reitera, a Igreja poderá responder aos “desafios da Amazônia”. Para o Pontífice, os consagrados têm um lugar especial e não deixa de recordar o papel das comunidades de base, que defenderam os direitos sociais, e encoraja em especial a atividade da REPAM e dos “grupos missionários itinerantes”.

Novos espaços às mulheres, mas sem clericalizações


Francisco dedica um espaço à força e ao dom das mulheres (99-103). Reconhece que, na Amazônia, algumas comunidades se mantiveram somente “graças à presença de mulheres fortes e generosas”. Porém, adverte que não se deve reduzir a Igreja a “estruturas funcionais”. Se assim fosse, com efeito, teriam um papel somente se fosse concedido a elas acesso à Ordem sacra. Para o Pontífice, deve ser rejeitada a clericalização das mulheres, acolhendo, ao invés, a contribuição segundo o modo feminino, que prolonga “a força e a ternura de Maria”. Francisco encoraja o surgimento de novos serviços femininos, que – com um reconhecimento público dos bispos – incidam nas decisões para as comunidades.

Os cristãos devem lutar juntos para defender os pobres da Amazônia


Para o Papa, é preciso “ampliar horizontes para além dos conflitos” (104-105) e deixar-se desafiar pela Amazônia a “superar perspectivas limitadas” que “permanecem enclausuradas em aspetos parciais”. O quarto capítulo termina com o tema da “convivência ecumênica e inter-religiosa” (106-110), “encontrar espaços para dialogar e atuar juntos pelo bem comum”. “Como não lutar juntos? – questiona Francisco – Como não rezar juntos e trabalhar lado a lado para defender os pobres da Amazônia”?

Confiemos a Amazônia e os seus povos a Maria

Francisco conclui a Querida Amazônia com uma oração à Mãe da Amazônia (111). “Mãe, olhai para os pobres da Amazônia – é um trecho da sua oração –, porque o seu lar está a ser destruído por interesses mesquinhos (…) Tocai a sensibilidade dos poderosos porque, apesar de sentirmos que já é tarde, Vós nos chamais a salvar o que ainda vive”.


06/02/2020

MEDJUGORJE! 12 DE MAIO FOI A DATA QUE O PAPA FRANCISCO AUTORIZOU A PEREG...





"NO DIA 12 DE MAIO DE 2019 O SANTO PADRE O PAPA FRANCISCO AUTORIZOU PEREGRINAÇÃO A NÍVEL MUNDIAL EM MEDJUGORJE. SEJA A NÍVEL DIOCESANO, PAROQUIAL. ATÉ OS SACERDOTES DO MUNDO INTEIRO ESTÃO LIBERADOS PARA CELEBRAR MISSA NA PARÓQUIA DE MEDJUGORJE SE ASSIM O DESEJAREM."


#medjugorje #papafrancisco

05/02/2020

CATÓLICOS QUE NÃO GOSTAM DO PAPA FRANCISCO PODEM SE TORNAR PROTESTANTES





ROMA, 29 de janeiro de 2020 ( LifeSiteNews ) - Em uma explosão não programada, o presidente da Conferência Episcopal Italiana expressou sua frustração ao aumentar as críticas ao Papa Francisco entre católicos, sugerindo que aqueles que não apreciam seu estilo de ensino e governo devem abraçar o protestantismo.

Em uma reunião anual com a mídia em Perugia, em 25 de janeiro, o cardeal Gualtiero Bassetti disse : “A crítica está boa, mas esse destrutivismo, não. Se alguém não gosta desse papa, diga-o, porque ele é livre para escolher outros caminhos. ”

"Há muita gente falando sobre o papa", disse o cardeal a jornalistas, em comentários que refletem sua percepção de um crescente descontentamento entre os católicos com o atual pontificado.


O cardeal Bassetti continuou: “Eu disse a alguém: 'Faça a escolha de ser evangélico, se você não gosta da Igreja Católica, se este barco estiver muito apertado'. Nossos irmãos protestantes não têm papa nem bispo; deixe todos fazerem suas próprias escolhas. Chega de reclamações, é inútil de qualquer maneira. 

Pedindo desculpas à imprensa por expressar sua frustração, o prelado italiano disse: "Desculpe a explosão, mas o objetivo de todos deve ser procurar respostas para o bem da Igreja e da humanidade".

O cardeal Bassetti, 77 anos, foi criado pelo cardeal Francisco em 2014. Ele foi eleito para um mandato de cinco anos como presidente da Conferência Episcopal Italiana em 2017.


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Seu encontro anual com a mídia foi realizado um dia após a festa de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas. Durante a reunião deste ano, Bassetti concentrou-se na mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, com o tema: “Que você possa contar a seus filhos e netos” (Ex. 10: 2). 

Ele também aproveitou a ocasião para apresentar aos jornalistas o programa de uma iniciativa pró-migrante patrocinada pela Conferência Episcopal Italiana, intitulada "Mediterrâneo: fronteira de paz". Ele disse que o evento, realizado em Bari, de 19 a 23 de fevereiro, será “Reunir os bispos das nações no mar para propor juntos caminhos de reconciliação entre os povos.”

Não está claro a quem exatamente o cardeal Bassetti estava se referindo em sua explosão não escrita, mas, como a mídia italiana observou, há uma variedade de possibilidades.

Il Messaggero sugeriu que o prelado italiano poderia ter perdido a paciência com "as contínuas referências negativas a este pontificado pelo compromisso que Francisco está assumindo com os imigrantes".

O tema dos migrantes é "um tema de divisão na Igreja", observou Il Messaggero , apontando para uma cisão no eleitorado católico italiano e um apoio crescente ao partido populista Lega, liderado por Matteo Salvini, brandidor de rosário. 

“Até agora não é nenhum mistério para ninguém que a pregação de 'portos abertos' nem sempre é recebida da mesma maneira nas paróquias e em muitas dioceses”, observou o artigo.


O cardeal Bassetti, cuja posição como presidente da Conferência Episcopal Italiana exerce grande peso na Itália, é conhecido por sua postura anti-Salvini e expressou abertamente seu apoio às “Sardinhas contra Salvini”, um movimento político de esquerda que é nomeado para ocupar manifestantes em espaços públicos.

Mas Il Messaggero também observou que "dentro da Igreja ... há outras questões que estão abalando suas fundações". O jornal mais proeminente de Roma apontou para um impulso na Alemanha para abolir o celibato sacerdotal e introduzir um sacerdócio feminino.

Comentando a crescente ameaça de cisma sob o atual pontificado, particularmente na frente alemã, Il Giornale argumentou que os comentários do cardeal Bassetti "certamente" não foram direcionados "aos alemães de quem o papa gosta", mas aos "chamados". anti-Bergoglianos '”, a quem o artigo também denominou“ tradicionalistas ”.

O diário italiano observou , no entanto, que um cisma entre essas fileiras é "verdadeiramente improvável". A "frente tradicional", observou, sempre "enfatizou a necessidade de unidade eclesiástica, mesmo que desencadeie mais do que algumas tempestades públicas".

Enquanto isso, a Conferência Episcopal da Úmbria, da qual Bassetti é membro, disse que o cardeal sublinhou em seus comentários não escritos aos jornalistas “a importância do magistério do papa, lembrando que 'sua orientação vem do Espírito Santo'”.

O LifeSite entrou em contato com o secretário, vigário geral e assessoria de imprensa do cardeal Bassetti por telefone e e-mail, mas não recebeu resposta. 

À luz dos comentários do cardeal Bassetti, pode-se perguntar como os evangélicos estão respondendo à idéia de um repentino influxo de católicos insatisfeitos com o atual pontificado.

Escrevendo em 29 de janeiro para o Evangelical Focus , um canal de notícias e opiniões que visa dar voz aos evangélicos na Europa, Leonardo de Chirico, pastor evangélico italiano e teólogo familiarizado com o Vaticano, disse que as palavras do cardeal Bassetti mostram que os evangélicos são "colocados em jogo pela direita e pela esquerda. "

Mas "não se torna evangélico porque agora há Francisco ou antes de haver Bento", disse Chirico. 

Não é a “personalidade de um papa” ou o “estilo” que distancia os evangélicos da Igreja Católica, mas a doutrina, ele insistiu. “Não importa se existe um papa tomista (como o JPII) ou um agostiniano (como o BXVI) ou um jesuíta (como o Francis)”, mas “a afirmação do papa de ser o 'vigário de Cristo'”.


FONTE: https://www.lifesitenews.com/news/italian-cardinal-catholics-who-dont-like-pope-francis-can-become-protestant

01/02/2020

PARECER DO VATICANO SOBRE MEDJUGORJE PELO PAPA FRANCISCO





Decisão do Papa sobre Medjugorje é verdadeira atenção pastoral, diz mariólogo Antonio Grasso.
Para o mariólogo Antonino Grasso, a escolha de autorizar as peregrinações é importante para não perder os abundantes frutos de graça e a conversão dos corações. Não pode ser lida como uma aprovação das aparições: as mariofanias, ainda em andamento, estão sendo examinadas pela Igreja.

Federico Piana - Cidade do Vaticano

"Esta escolha insere-se na peculiar atenção pastoral que o Santo Padre quer dar à realidade de Medjugorje, dado o considerável fluxo de fiéis e os abundantes e inegáveis ​​frutos da graça".

O comentário sobre a decisão do Papa Francisco de autorizar peregrinações à cidade da Bósnia-Herzegovina, desde 1981 local de supostas aparições marianas ainda sob o exame das autoridades eclesiásticas, vem do mariólogo Antonino Grasso.

Professor do Instituto Superior de Ciências Religiosas "San Luca" de Catania, Sicília, membro da Pontifícia Academia Mariana Internacional e autor de numerosos livros dedicados à Virgem Maria, Grasso prefere imediatamente deixar claro um ponto essencial: "Com a autorização para as peregrinações, o Papa Francisco não entra no mérito de questões doutrinárias relativas às supostas aparições da Virgem aos seis videntes, que começaram em junho do distante 81 e, como todos sabem, ainda não concluídas”.
Decisão para preservar os frutos da graça

Em essência, ter permitido as peregrinações serve para não perder os inúmeros bons frutos que vêm de Medjugorje, mas não são o reconhecimento das aparições porque - diz o professor Grasso - "as mariofanias ainda em andamento permanecem sujeitas ao cuidadoso exame da Igreja ”.

Então cita o teólogo francês René Laurentin: "Todos, na nova situação que veio a ser criada, deveríamos recordar o que escreve este grande mariólogo que se ocupou diretamente do fenômeno: ‘A graça e os frutos continuam a se manifestar em Medjugorje. Se essas aparições marianas são verdadeiramente o fruto do céu, então ninguém poderá se opor a elas’. Não devemos ter pressa”.
Todas as aparências têm valor relativo

O valor de todas as aparições marianas de todos os tempos, no entanto, é relativo. "De fato - explica o professor Grasso - elas, mesmo as mais importantes, não nos dizem nada de novo, nada de diferente, nada contrário ao que Deus já nos revelou na Sagrada Escritura. A Revelação oficial e fundamental de Deus, iniciada no Antigo Testamento, realizou-se plenamente com a vinda de Cristo. Deus já disse tudo o que era necessário para nossa salvação. O Pai não tem mais nada para comunicar ao mundo, nem neste tempo nem no futuro. Nenhuma aparição, portanto, é indispensável para a fé".
Não rejeitar as verdadeiras aparições: são dádivas do céu

Tudo isso não quer dizer que Deus não possa intervir na história para atualizar as coisas que já nos disse, para confiar uma mensagem interpretativa em favor da comunidade eclesial e social. O professor Grasso especifica: "As aparições, se não são uma novidade objetiva, são todavia uma novidade profética. São como um imperativo de Deus para avaliar, nos momentos históricos que a humanidade atravessa, alguns aspectos do Evangelho".

Mas qual é então a verdadeira função das aparições? "É - responde ele - ser uma luz interpretativa da Revelação através de cuja mediação a realidade do sobrenatural é colocada em evidência". A relatividade das aparições não justifica sua recusa e sua desvalorização, "pois se autênticas - diz o professor Grasso - pertencem à categoria das graças livremente doadas pelo Céu e devem ser recebidas com gratidão".





#medjugorje #medjgorge #medjugorie

#mensagemdenossasenhora #mensagens

#profecias #nossasenhorarainhadapaz


11/09/2019

DEPRESSÃO NÃO É FRESCURA - SETEMBRO AMARELO EM COMBATE AO SUICÍDIO




Setembro amarelo conhecido pelo trabalho social e preventivo contra a depressão e o suicídio. A depressão está como umas das maiores doenças do século XXI diz pesquisas científicas. É necessário investigar as causas e observar bem o individuo que está tendo alguns dos sintomas, como: fadiga, insônia, falta de interesse pela vida, muitos dizem alguns rótulos como: "para que eu existo?". São alguns sinais de alerta. Se você quer saber mais, clique no vídeo que dou algumas dicas sobre o assunto. 

Um abraço.